Categoria: Artigos
Data: 31/12/2025
“Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome...” (Filipenses 2.9)

O Deus infinito, imenso, eterno, imutável, onipresente, onisciente, onipotente e transcendente, deixou a glória do céu para entrar na sombria história dos homens. Ele, sendo Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus, antes, a si mesmo se esvaziou assumindo a forma de servo. Humilhou-se até à morte e morte de cruz. Então, Deus o exaltou de maneira máxima, dando-lhe o nome que é sobre todo nome, a fim de que todo joelho se dobre e toda língua confesse que ele é Senhor, para a glória de Deus Pai.

O senhorio de Jesus é a mensagem central do Novo Testamento. Ele é apresentado dezesseis vezes como Salvador, vinte e duas vezes como Mestre e seiscentas e cinquenta vezes como Senhor. Ninguém pode receber Jesus como Salvador sem, ao mesmo tempo, recebê-lo como Senhor. Jesus é maior do que César e maior do que o Estado. Ele é superior aos profetas e maior do que os anjos.

Seu sacerdócio, segundo a ordem de Melquisedeque, é superior ao sacerdócio levítico. A aliança estabelecida em seu sangue é superior à antiga aliança. Ele, Jesus, é o único nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos. Esta é a velha nova história do Natal: “... que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal” (1Tm 1.15).

Tags: cada dia

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes   |   Visualizações: 1224 pessoas
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